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Comunicados

Este espaço, reservado a Comunicados, tem por objectivo estreitar o relacionamento entre a Associação, os seus Associados e o Mercado em geral, criando uma plataforma quer permita o desenvolvimento de uma comunicação próxima, rápida, organizada, pesquisável e adaptada às características e necessidades específicas de cada Utente.

O conjunto da informação disponibiliza nesta secção de comunicados procura proporcionar um melhor esclarecimento e informação relativa ao funcionamento da Associação, nomeadamente sobre as suas actividades, intervenções, desafios, objectivos e, assim, reforçar a ligação com os seus Associados e com o Mercado em Geral.

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Associação de Investidores avança com acção judicial contra Tagus e CMVM

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Associação de Investidores e Analistas Técnicos contesta ausência de compra potestativa de acções no âmbito da OPA à Brisa.

A Associação de Investidores e Analistas Técnicos (ATM) avançou com uma acção judicial contra a Tagus e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), relacionada com a Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Brisa.

Last Updated on Sunday, 13 October 2013 21:04 Read more...
 

ATM intenta acção judicial contra Tagus e CMVMem seu nome e em representação das restantes pessoas lesadas tendo como pano de fundo a OPA da Brisa

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Foi ontem (04 de Setembro de 2013) intentada contra Tagus - Holdings S.A.R.L. (sociedade que controla a Brisa - Auto-estradas de Portugal) e contra a CMVM - Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, uma acção declarativa comum de condenação sob a forma de processo única no 1º Juízo do Tribunal do Comércio de Lisboa (proc. 1572/13.5TYLSB), nos termos e fundamentos que consta na mesma e que tem como pano de fundo a Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Brisa Auto-Estadas de Portugal S.A., lançada pela Tagus em 13 de Julho de 2012.

Nessa acção é pedido que:

- Seja reconhecido o direito à alienação potestativa das acções da Brisa pelos accionistas remanescentes na fase subsequente à OPA, e que por consequência,

- sejam a Tagus e a CMVM condenadas a reconhecer esse direito e,

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Economistas e gestores defendem venda dos CTT em bolsa

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Governo mantém todas as hipóteses em aberto na privatização dos CTT. Mas operadores de bolsa, investidores e académicos encontram vantagens na listagem em bolsa.

A operação de privatização dos CTT deveria ter como selo de destino o mercado de capitais. É o que defendem os operadores de bolsa, analistas, gestores e académicos contactados pelo Diário Económico. O Governo anunciou no final do mês passado o arranque da operação de privatização da empresa e pondera mesmo colocar parte do capital em bolsa. Mas tem todas as opções em aberto: seja uma venda directa a um investidor, uma colocação em bolsa ou um misto dos dois.

Entre a opção de vender directamente os CTT a uma empresa estrangeira e a de colocar a empresa em bolsa, as fontes ouvidas não têm dúvidas de que o recurso ao mercado de capitais seria a melhor alternativa. 

In Económico por Rui Barroso e Cátia Simões 

Last Updated on Thursday, 08 August 2013 22:56 Read more...
 

Associação de investidores: Obrigações do Banif não compensam risco associado ao banco

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A Associação de Investidores e Analistas Técnicos aconselha os investidores a informarem-se bem antes de irem ao aumento de capital do Banif e considera que a remuneração das obrigações não é proporcional ao risco do banco.

"Relativamente às obrigações, os investidores têm de ponderar se a taxa oferecida é ajustada ao risco da instituição", disse o presidente da ATM - Associação de Investidores e Analistas Técnicos do Mercado, Octávio Viana, para quem a taxa de juro oferecida nas obrigações (7,5% anual) "não acompanha, em termos comparativos a outros investimentos obrigacionistas em empresas cotadas e com um 'rating' melhor".

Octávio Viana considera "inequívoco que se está perante uma instituição de alto risco, considerando as características do Banif (pertence ao sector financeiro, teve de receber 1.100 milhões de euros de dinheiros públicos que deixou o Estado com cerca de 99% do banco e em que foram descobertas várias operações com elevados prejuízos).

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